O Festival de Vilar de Mouros vai regressar em 2016 pelas “mãos” das melhores empresas de Portugal na organização de festivais: “a edição de 2015 não irá acontecer, a edição de 2016 vai acontecer nos dias 26, 27 e 28 de agosto. E vai acontecer entre uma parceria entre a Câmara Municipal de Caminha, a Junta de Freguesia de Vilar de Mouros e um consórcio de três entidades: Dot Global, Música no Coração, de Luís Montez, e Metrónomo”, anunciou esta manhã Miguel Alves.
O presidente da Camara Municipal de Caminha convocou a imprensa esta manhã, para dar a conhecer o futuro do Festival de Vilar de Mouros. Miguel Alves disse aos jornalistas que a edição de 2015 não se vai realizar por incapacidades dos organizadores e que em 2016 o Festival de Vilar de Mouros vai regressar de forma planeada e sustentável.
A edição de 2016 vai ser organizada em parceira entre a Câmara Municipal de Caminha, a Junta de Freguesia de Vilar de Mouros e um consórcio de três entidades, Dot Global (empresa de produção ligada a grandes festivais de música em Portugal, nomeadamente o Rock in Rio), Música no Coração, de Luís Montez e Metrónomo (ligada à produção, de que faz parte Paulo Ventura, um dos jurados do Programa ídolos, da SIC).
Sobre o consórcio, o presidente da Câmara sublinhou: “este consórcio trabalhará comigo e com o presidente da Junta de Freguesia de Vilar de Mouros para que em 2016 possamos ter um festival que honre o passado e, sobretudo, engrandeça o futuro. Chega de trapalhada, chega de fazer as coisas em cima do joelho. Chega de brincar aos festivais. Acabou o tempo da trapalhada e acabou o tempo da irresponsabilidade. Agora começou uma nova era para o Festival de Vilar de Mouros
com os melhores profissionais que temos em Portugal. Um festival que merece que se faça mais e que se faça melhor. Estamos empenhados em trazer um festival de grande qualidade e de forma sustentada”.
Miguel Alves realçou ainda que o protocolo celebrado com a Fundação AMA, Câmara Municipal de Caminha e Junta de Freguesia de Vilar de Mouros vai ser “renunciado pelas partes por mútuo acordo”.
O presidente da Câmara esclareceu que a edição de 2014 foi realizada por vontade política da Câmara Municipal, mas condicionado por compromissos assumidos no passado: “o festival regressou com um signo de renascimento mas não nos moldes perfeitos em que nós gostaríamos que o festival regressasse. Tivéssemos por isso que ponderar o que fazer noutras edições”. Não obstante os resultados, Miguel Alves deixou bem claro o empenhamento da Junta de Freguesia de Vilar de Mouros, da Câmara Municipal de Caminha e da AMA em 2014.